A Quinta do Sagrado, por José Maria Cálem

“Desde pequenino que me interessei, com o Douro, com as pessoas, o Pinhão, com o tempo, o ciclo da vinha e do vinho. Aos 7 anos, eu ia com o meu tio avô José que, naquela geração, era responsável pela parte técnica. Ele acompanhava a vinificação e eu carregava a pasta com os instrumentos. Sentia-me importantíssimo, enquanto aprendia”. José Maria Cálem